sexta-feira, 24 de novembro de 2017
domingo, 19 de novembro de 2017
ARBITRAGEM MUNDO À FORA
TECNOLOGIA AUXILIA ÁRBITRO
Em uma época onde o que mais se fala é no uso da tecnologia para auxiliar os árbitros - para o ano que vem está previsto o inicio da opração em termos oficiais do árbitro de vídeo em competições regulares no Brasil - é preciso lembrar que alguns esportes já usam a tecnologia para ajudar os apitadores: Atletismo - Uma câmera lenta super potente serve como tira teima para ver se o atleta queima a linha de salto, por exemplo; Futebol americano - Cada time tem o direito de pedir, duas vezes por tempo, a consulta ao replay em jogadas marcadas pelo juiz. Não são raras as vezes em que os árbitros mudam a decisão anterior depois de ver a jogada novamente. Tênis - O jogo acontece diante de 12 câmeras, e os jogadores podem pedir para ver o replay durante a partida. Vôlei - Foi criada uma bola com chip que informa se ela caiu dentrou ou fora da quadraBRASILEIRO NA COPA DA RÚSSIA
(Fonte: ANAF)
CACHORRO É "EXPULSO" DE CAMPO
Um fato engraçado e inusitado aconteceu na partida entre Central Córdoba e Sportivo de Las Parejas, na Argentina, em jogo válido pelo Torneo Federal A (Terceira Divisão da Argentina). O jogador Marcos Sánchez, do Central, recebeu um passe do meio-campo quando, de repente, um cachorro lhe dá um carrinho e rouba a bola. O atleta caiu no gramado e o cachorrinho saiu com a posse de bola, feliz da vida e só parou quando jogadores se aproximaram dele. O árbitro da partida, Miguel Mazón (foto) "expulsou" o cachorro de campo pela falta dura em Sánchez. Lembrando quepara a regra do jogo o cachorro (ou outro elemento) é considerado "corpo estranho" em campo. Neste caso, quando um corpo estranho interfere no jogo o árbitro deve paralisar a partida e reiniciá-la com um bola ao chão na linha da pequena área paralela a linha de fundo no ponto mais próximo em que houve a interferência.
(Fonte: site https://refnews.wordpress.com)
1ª MULHER EM CAMPO NA ARGENTINA
A assistente Gisela Trucco (foto) se tornou neste ano de 2017 a primeira mulher da história a atuar em um jogo da primeira divisão do Campeonato Argentino, o empate entre por 1 a 1 entre o Defensa y Justicia e o Olimpo, válido pela sétima rodada. “Peço que tenham o mesmo respeito com qual trabalhamos por toda a vida”, disse o árbitro principal da partida, Fernando Rapallini, antes de a bola rolar.
Trucco, de 29 anos, foi aplaudida pelos torcedores do Defensa y Justicia quando entrou em campo. A juíza, que se formou em 2007, fez um bom trabalho na sua estreia na primeira divisão. A Associação do Futebol Argentino (AFA) classificou a estreia de Gisela como “histórico” e um “marco para a arbitragem” do país. “A vontade foi mais forte que o mundo machista. É um prêmio ao esforço realizado. Espero que seja o ponto de partida para abrir portas para mais mulheres”, disse Trucco aos jornalistas.
(Fonte: site https://refnews.wordpress.com)
(Fonte: site https://refnews.wordpress.com)
TRIO BRASILEIRO NO MUNDIAL
O Brasil será representado no Mundial de Clubes nos Emirados Árabes Unidos. A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) confirmou, nesta segunda-feira, que o trio de arbitragem formado por Sandro Meira Ricci como juiz, além de Emerson de Carvalho e Marcelo Van Gasse como assistentes, foi convocado para participarem do Mundial. Além deles, Wilton Pereira Sampaio foi escolhido como um dos profissionais que trabalhará como árbitro de vídeo na competição. O evento contará com o uso de tecnologia, como aconteceu na edição de 2016.(Fonte: site https://refnews.wordpress.com)
O sábado (21) foi especial para as mulheres da arbitragem brasileira. No Eco Resort Oscar Inn, na cidade de Águas de Lindóia (SP), foi iniciado o IV Curso RAP-FIFA Feminino. Através da parceria entre a entidade máxima do futebol mundial (FIFA), a Escola Nacional de Arbitragem de Futebol (ENAF) e a CBF, sete árbitras e 33 assistentes terão, em um período de cinco dias, atividades preparatórias sob o comando de experientes instrutores.
CBF: CURSO FIFA PARA ÁRBITRAS E ASSISTENTES (1)
O RAP (Abreviação da expressão em inglês Referees Assistance Programme ou Programa de Assistência para Árbitros) promoveu em outubro, aulas práticas e teóricas visando uma busca pela evolução e desenvolvimento das participantes e recebeu as árbitras e assistentes.Na abertura, a instrutora física da FIFA, Cristian Rosen, parabenizou a CBF por seu apoio ao aprimoramento do ofício e lembrou do esforço dos dirigentes em desenvolvimento do gênero feminino. Ela destacou que o quarteto que foi ao recente curso na Conmebol, formado por Edina Batista, Neuza Back, Tatiane Camargo e Rejane Corrêa, teve um excelente desempenho nos pilares técnicos, físicos e no mental. Tudo isto é fruto da atenção e do forte investimento da CBF. Ana Perez, instrutora técnica da FIFA, que participa de cursos pela América do Sul e no feminino, percebe claramente os avanços significativos, principalmente no pilar mental. Ela destacou que o Brasil é o único que disponibiliza uma profissional da área de psicologia há anos para todos os cursos.
CBF: CURSO FIFA PARA ÁRBITRAS E ASSISTENTES (1)
O presidente da Comissão de Arbitragem Marcos Marinho, enfatizou o investimento feito pela CBF e afirmou que está satisfeito com os resultados obtidos nos campos de futebol. Ele afirma que a designação de oito árbitros brasileiros para as duas últimas rodadas das eliminatórias é a resultante do incansável trabalho que vem sendo desenvolvido. Marinho conclamou o gênero feminino a buscar seu espaço com ainda mais dedicação, pois a CBF tem proporcionado cada vez mais atividades para que elas possam desenvolver suas qualidades e espera que as Federações continuem a multiplicar o número de mulheres na arbitragem.
LEMBRE-SE:
NÚMEROS DE OUTUBRO E NOVEMBRO
ASA atinge mais de 1500 jogos e mais
de 6 mil escalas individuais em 2017
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| Árbitro da ASA em cima do lance: 2017 com um bom trabalho dos oficiais na região |
IMAGENS DE OUTUBRO E NOVEMBRO DA ASA
Ao todo foram até o mom ento, 1561 jogos com a presença da ASA, perfazendo uma média mensal de quase 150 jogos; e uma média de quase 40 partidas por semana.
Detalhando um pouco mais esse levantamento, foram 1561 árbitros e anotadores em ação e 2122 assistentes da ASA em campo. Sempre esclarecendo que, em cada jogo tem-se quatro escalas individuais (um árbitro, dois assistentes e um anotador), impressiona o número de escalas individuas totais em 2017 até agora, superando outros anos: 6.244.
Torneios já encerrados
Entre os campeonato já encerrados em 2017 e que tiveram a presença do quadro de oficiais da ASA, estiveram: a tradicional Copa Brasil Infantil (Votorantim), A Copa América, Taça Baltazar Fernandes, Veterano da 1ª Divisão (Sorocaba), Varzeanos da 1ª e 2ª Divisões, Veterano, Quarentão, sub-15, Juvenil (Votorantim); Alé das Copas ZF, Luk, OAB, Society do Sesi, Jogos Industriários do Sesi, Copa Fade (torneios classistas), entre muitos outros.
ESCALAS DE OUTUBRO E NOVEMBRO
Campeonatos em andamento
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| Eliseu Sentelhas,diretor da ASA |
Outro torneio com grande destaque é a Copa Kids, destinado a escolinhas de futebol de base, organizado pela Lisofus, e que vem tendo a arbitragem educativa da ASA. Outro torneio da LIsofus com presença da ASA é a Copa Quarentão e a Copa Juvenil.
Na região segue a Copa Sesi, em sua fase derradeira. Assim como o Varzeano de Salto de Pirapora. Nos próximos dias começa o Varzeano de Alambari, com apito da ASA.
Trabalho em equipe
O diretor da Associação Sorocabana de Arbitros, Eliseu Sentelhas voltou a enfatizar o comprometimento de todos oficiais do quadro na temporada: "Sejam os mais experientes, ou os mais novos que estão debutando n, só temos a agradecer ao nosso time, que realmente veste a camisa da arbitragem e da ASA, procurando fazer, cada um o seu melhor nas partidas". E o diretor prossegue:
"Não canso de dizer que temos um grupo, aliás uma família, que se dedica plenamente e mais de cem por cento no que faz, muitas vezes abrindo mão do convívio com seus familiares: pais, filhos, irmãos, esposas (os). Uma grupo que dá gosto de trabalhar e onde,um aprende com o outro. Todos estão de parabéns", finalizou Eliseu Sentelhas.
BALANÇO DA ASA: 10 MESES E MEIO DE 2017
sábado, 18 de novembro de 2017
ESCALAS DA ASA
CONFIRA AS ESCALAS DA
ASA DE OUTUBRO E NOVEMBRO
ASA DE OUTUBRO E NOVEMBRO
SALTO DE PIRAPORA

COPA KID DE FUTEBOL/LISOFUS
COPA QUARENTÃO
COPA SESI
VETERANO 2ª DIVSÃO
VOTORANTIM

JUVENIL
segunda-feira, 23 de outubro de 2017
ASA Entrevista
JOÃO ÍRIS: UMA "LENDA VIVA" DA ARBITRAGEM !
Um ícone da arbitragem regional e estadual, hoje, quase com 80 anos hoje, e curtindo a família, netos depois de 50 anos dedicados à arbitragem, João Íris fala de sua carreira para o "ASA Entrevista"
Umama pessoa feliz, de bem com a vida, e sempre com um sorrisão aberto a todos, e sempre disposto a ajudar ! Esse é João Íris, uma "lendas viva" da história da arbitragem do futebol de campo e do futsal de Sorocaba e região.
Pertinho de completar 80 anos, João Íris mostra-se muito saudável, e convive alegremente com a família, filhos, netos a amigos na região de Sorocaba.
E e ainda falante e acessivo, como nos quase 50 anos de arbitragem, onde impunha respeito nos campos e quadras por seu comportamento tranquilo e seguro, além do exímio conhecimento das regras do futebol e do futsal.
A "ASA Entrevista", conversou com Íris nesta semana. Com o bom humor de sempre e o "sorriso maroto" dos bons tempos de menino, ele conta como foi seu ínicio. ìris nasceu na década de 30 e jogava futebol nos clubes amadores de Sorocaba e Votorantim.
"Eu tinha só 25 anos. Isso foi no início da década de 60 e ajudava como treinador o time do Vila Jardini. Tinha parado de jogar por causa de um acidente na perna. Num certo dia, se não me engano contra o Expedicionários, da Vila Helena, falto o árbitro. Aí fui ajudar e apitei aquele jogo, que terminou 0 a 0. Eu Fui mais ou menos, segundo me disseram, embora tivesse tido alguns jogadores que queriam brigar comigo. Depois disso peguei gosto pela arbitragem e não parei mais", recorda.
Tempos dificeis...
"Eram tempos difíceis aqueles que eu trabalhei na várzea principalmente. Não tinha segurança para o árbitro, e muito menos bandeira (décadas de 60 e 70). Para apitar um jogo naqueles dias tinha ue ser na raça mesmo,mas graças a Deus conseguíamos levar bem as partidas", conta Iris.
Um Corinthinha x CAV que foi parar na delegacia
Dizem que todo árbitros do futebol amador tem seu dia de problemas. Com João Ìris nao foi diferente.
"Teve um um jogo no campo do Paulistano, entre Olaria Brigadeiro e o Unidos do Cerrado pelo Varzeano de Sorocaba. Mas um outro jogo que me marcou, foi um Corinthinha e Clube Atlético Votorantim.O jogo foi em Votorantim na década de 70. Eram dois grandes times, Pato, Nelo, Borracha e outros jogadores. Mas sabe como é jogo de rivalidade. Um tal de provocações de lado a lado, muita reclamação. Até que estourou uma baita confusão. O tempo fechou com muitos outros jogadores e ao final acabamos indo todos para a delegacia, e o caso foi parar até no Fórum", conta, João Ìris.
Na FPF, FPFS e CBFS
João Íris lembra que se sentia bem apitando as partidas no futebol amador (varzeano). Se entusiasmou, tanto, que num futuro breve terminou por fazer o curso de arbitragem da Federação Paulista de Futebol, onde atuou por algum tempo, e depois, já no futsal, fez um curso na Federação Paulista de Futsal. Se formou da década de 70 da FPF e atuou por cerca de oito anos no profissional.
O árbitro da ASA aposentado, conta que não tinha dinheiro para fazer o curso da Federação Paulista e quem pagou a inscrição foi o dirigente João de Andrade (in memorian).
"Agradeço também ao Claudinei Belo que foi outro grande incentivados meu.Foi um ótimo período na Federação, onde, acredito que fui um dos primeiros da região a atuar lá e aprendi muito. Inclusive atuando junto com árbitros do nível de um Oscar Scólfaro, José Favile Neto, Dulcídio Wanderlei Bochillia entre outros. Isso me ajudou muito também quando apitava no varzeano", recorda.
Iris também destaca o trabalho que realizou no futsal onde fez durante muito tempo, parte do quadro da Federação Paulista e trabalhando em jogos de nível nacional e até internacional. "Eu gostava muito de apitar no futsal onde também aprendi muito em minha vida. Aliás, agradeço a todos que sempre me apoiaram nestes mais de 50 anos de arbitragem seja no campo ou no futsal".
50 anos bem vividos no apito
Joáo Íris já recebeu muitas homenagens em sua vida pelos seus serviços prestados à arbitragem e ao futebol em Sorocaba e região. Hoje porém, embora assista várias partidas de futebol, o "vovô João Iris" procura dedicar-se ao convivio com a família, ao filhos, netos etc. E destaca: "Sou grato a tudo que vivi no futebol e na arbitragem, onde ficaram os bons momentos nestes mais de 50 anos nos gramados e quadras", disse, destacando o trabalho da ASA e desejando boa sorte e bom trabalho aos atuais árbitros, das novas gerações que estão chegando.
"O João Iris é um ícone da arbitragem regional e estudual, assim como o Jamelão e o Santo Pacheco, que me inspiraram na minha carreira, assim como o José Carlos das Dores (no futsal). Fui com ele para a Confederação Brasileira de Futsal e João Iris sempre ajudou os mais novos passando conhecimento e experiência como para mim, para o Ise, para o Helinho. Foi uma época que Sorocaba começou a formar esse grande celeiro da arbitragem. Como árbitro, no campo ou futsal, o João Iris era tranqauilo, apitava com serenidade e não levava problemas de um jogo para outro, além de ser de muito diálogo. No futsal ele foi o primeiro árbitro da região na Confederação Brasileira, o que nos dá muito orgulho"
Eliseu Sentelhas - Diretor da ASA
"Não temos palavras para mensurar o grande trabalho e a carreira do João Íris. Ele foi meu pai na arbitragem. Viajamos com ele por todo o estado de São Paulo, apitando jogos da Federação Paulista de Futsal. E tem um detalhe todo especial. Foi o João que me lançou na FPFS, num jogo de Tatuí entre 11 de Agosto e Osasco. Nunca vou me esquecer. Dentro de campo, quase ninguém chegava nele para contestar, pois ele impunha muito respeito. E era um gente boa dentro de campo, e deixava fluir o jogo, aplicando muito corretamente a regra. É um exemplo a ser seguido por todos nós da arbitragem.
José de Paula Melo Neto - Experiente árbitro de Futsal e Oficial da ASA
Um ícone da arbitragem regional e estadual, hoje, quase com 80 anos hoje, e curtindo a família, netos depois de 50 anos dedicados à arbitragem, João Íris fala de sua carreira para o "ASA Entrevista"
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João Íris: 50 anos de arbitragem
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Pertinho de completar 80 anos, João Íris mostra-se muito saudável, e convive alegremente com a família, filhos, netos a amigos na região de Sorocaba.
E e ainda falante e acessivo, como nos quase 50 anos de arbitragem, onde impunha respeito nos campos e quadras por seu comportamento tranquilo e seguro, além do exímio conhecimento das regras do futebol e do futsal.
A "ASA Entrevista", conversou com Íris nesta semana. Com o bom humor de sempre e o "sorriso maroto" dos bons tempos de menino, ele conta como foi seu ínicio. ìris nasceu na década de 30 e jogava futebol nos clubes amadores de Sorocaba e Votorantim.
"Eu tinha só 25 anos. Isso foi no início da década de 60 e ajudava como treinador o time do Vila Jardini. Tinha parado de jogar por causa de um acidente na perna. Num certo dia, se não me engano contra o Expedicionários, da Vila Helena, falto o árbitro. Aí fui ajudar e apitei aquele jogo, que terminou 0 a 0. Eu Fui mais ou menos, segundo me disseram, embora tivesse tido alguns jogadores que queriam brigar comigo. Depois disso peguei gosto pela arbitragem e não parei mais", recorda.
Tempos dificeis...
"Eram tempos difíceis aqueles que eu trabalhei na várzea principalmente. Não tinha segurança para o árbitro, e muito menos bandeira (décadas de 60 e 70). Para apitar um jogo naqueles dias tinha ue ser na raça mesmo,mas graças a Deus conseguíamos levar bem as partidas", conta Iris.
Um Corinthinha x CAV que foi parar na delegacia
Dizem que todo árbitros do futebol amador tem seu dia de problemas. Com João Ìris nao foi diferente.
"Teve um um jogo no campo do Paulistano, entre Olaria Brigadeiro e o Unidos do Cerrado pelo Varzeano de Sorocaba. Mas um outro jogo que me marcou, foi um Corinthinha e Clube Atlético Votorantim.O jogo foi em Votorantim na década de 70. Eram dois grandes times, Pato, Nelo, Borracha e outros jogadores. Mas sabe como é jogo de rivalidade. Um tal de provocações de lado a lado, muita reclamação. Até que estourou uma baita confusão. O tempo fechou com muitos outros jogadores e ao final acabamos indo todos para a delegacia, e o caso foi parar até no Fórum", conta, João Ìris.
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| Eliseu - Luiz Brasão - JCD- Ernesto Vasconcellos e Iris |
João Íris lembra que se sentia bem apitando as partidas no futebol amador (varzeano). Se entusiasmou, tanto, que num futuro breve terminou por fazer o curso de arbitragem da Federação Paulista de Futebol, onde atuou por algum tempo, e depois, já no futsal, fez um curso na Federação Paulista de Futsal. Se formou da década de 70 da FPF e atuou por cerca de oito anos no profissional.
O árbitro da ASA aposentado, conta que não tinha dinheiro para fazer o curso da Federação Paulista e quem pagou a inscrição foi o dirigente João de Andrade (in memorian).
"Agradeço também ao Claudinei Belo que foi outro grande incentivados meu.Foi um ótimo período na Federação, onde, acredito que fui um dos primeiros da região a atuar lá e aprendi muito. Inclusive atuando junto com árbitros do nível de um Oscar Scólfaro, José Favile Neto, Dulcídio Wanderlei Bochillia entre outros. Isso me ajudou muito também quando apitava no varzeano", recorda.
Iris também destaca o trabalho que realizou no futsal onde fez durante muito tempo, parte do quadro da Federação Paulista e trabalhando em jogos de nível nacional e até internacional. "Eu gostava muito de apitar no futsal onde também aprendi muito em minha vida. Aliás, agradeço a todos que sempre me apoiaram nestes mais de 50 anos de arbitragem seja no campo ou no futsal".
50 anos bem vividos no apito
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| João Íris com a família |
Joáo Íris já recebeu muitas homenagens em sua vida pelos seus serviços prestados à arbitragem e ao futebol em Sorocaba e região. Hoje porém, embora assista várias partidas de futebol, o "vovô João Iris" procura dedicar-se ao convivio com a família, ao filhos, netos etc. E destaca: "Sou grato a tudo que vivi no futebol e na arbitragem, onde ficaram os bons momentos nestes mais de 50 anos nos gramados e quadras", disse, destacando o trabalho da ASA e desejando boa sorte e bom trabalho aos atuais árbitros, das novas gerações que estão chegando.
O que eles pensam de João Íris
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| Iris José Carlos das Dores e Paul Guerra |
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| João Iris, Neto e Eliseu |
Eliseu Sentelhas - Diretor da ASA
"Não temos palavras para mensurar o grande trabalho e a carreira do João Íris. Ele foi meu pai na arbitragem. Viajamos com ele por todo o estado de São Paulo, apitando jogos da Federação Paulista de Futsal. E tem um detalhe todo especial. Foi o João que me lançou na FPFS, num jogo de Tatuí entre 11 de Agosto e Osasco. Nunca vou me esquecer. Dentro de campo, quase ninguém chegava nele para contestar, pois ele impunha muito respeito. E era um gente boa dentro de campo, e deixava fluir o jogo, aplicando muito corretamente a regra. É um exemplo a ser seguido por todos nós da arbitragem.
José de Paula Melo Neto - Experiente árbitro de Futsal e Oficial da ASA
domingo, 22 de outubro de 2017
CURIOSIDADES DA ARBITRAGEM
VOCÊ SABIA?
ÁRBITRO INGLÊ TROUXE PARA
O BRASIL A NÚMERAÇÃO NA CAMISA
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Após esta apresentação, no ano seguinte (1912), as equipes de Nueva Gales del Sur (Austrália) foram obrigadas a usar a novidade em Torneios oficiais. Sendo assim, o uso da numeração nas costas dos jogadores, é um invento australiano e não britânico, como se vem dizendo desde 1930. Surgiu em 1928, na Inglaterra, na partida Arsenal x Hillsborough. A idéia partiu do treinador do Arsenal, Herbert Chapmann, que buscava uma maneira fácil e prática de identificar seus comandados. Depois propagou-se para o Continente europeu, estando sempre em moda a numeração. Em 1933 se tornou "item obrigatório" pela federação inglesa, a pedido das emissoras de Rádio.
Em muitos campeonatos do velho mundo, até 76 anos atrás, foram usados os números nas costas do jogador de futebol, tal como ocorria com os jogadores de Rugby. Todavia, na Copa do Mundo de 1938, já havia saído da moda. Aliás, a FIFA, não exigia nenhuma numeração de jogadores no certame mundial, e jamais havia pensado nisso. No entanto, houve uma época em que era justificável tal novidade, época em que era permitida a substituição de jogadores.
Com esse hábito, a confusão que se fazia com a entrada e saída de jogadores não era pouca. Inclusive, não sendo muito útil a numeração quando se tratava de campeonato local. Os jogadores eram identificados facilmente em campo. O mesmo não acontecia no campeonato brasileiro de seleções onde, muitas vezes, o público local não conhecia os visitantes.
Fifa começou em 1939 eno Brasil em 1950
Em 1939 a International Board recomendou a utilização da numeração. A primeira competição internacional em que a recomendação passou a valer foi a Copa do Mundo de 1950, no Brasil. Poré, segundo os estudiosos os Chelsea, de Londres jogou no Rio de Janeiro e São Paulo no fim da década de 20 com os seus jogadores tendo um número pregado às costas - de 1 - o goleiro a 11 - o ponta esquerda. Mas, oficialmente, um arbitro inglês vaio ao Brasil no fim da década de 40 para oficializar e mostrar a aplicação da nova norma.
De acordo com estudiosos, o Fluminense foi o primeiro clube brasileiro a utilizar a numeração em suas camisas. Foi em um jogo no estádio do Pacaembu. Depois de anos, por proposta da Federação Paulista de Futebol, adotou-se a utilização da tal novidade no campeonato Nacional de Seleções Estaduais de 1947.
Regra 4
No futebol, é a regra 4 que determina como devem ser os uniformes das equipes. Confira:
Regra 4 e a cor diferente do
uniforme do árbitro e do atleta
* Os jogadores não podem utilizar nenhum objeto que seja perigoso para
eles mesmos ou para os demais jogadores (incluindo qualquer tipo de
jóias). O uniforme completo consiste de:Camisa de mangas curtas ou comprida
Calçõe
Meias Comprida
Caneleiras (material adequado
Chuteiras com cravo
Munhequeiras
* A(s) cor(es) das camisas das duas equipes devem ser diferentes, para não confundir o público e nem a arbitragem. Cada guarda-redes (PT-PT) ou goleiro (PT-BR) deve usar um equipamento de cores que o distingua dos jogadores, do árbitro e dos árbitros assistentes.
* A cor da camisa do quarteto de arbitragem deve ser diferente das cores das camisas de ambos os times, e cada um com seu próprio número.
Fonte ("Esporte Ilustrado" ° 445 (autoria de Olimpicus), de 17/10/1946; Site da IFFHS; Livro "A regra é clara", de Arnaldo Cézar Coelho/ site campeões do futebol).
ASA: dez meses de trabalho em 2017 !
MAIS DE 5 MIL ESCALAS E QUASE 1400 JOGOS
Mais de 5 mil escalas individuais e quase 1400 partidas arbitradas, em quase dez meses de trabalho ! Esse é o balanço anual parcial da temporada de 2017 da Associação Sorocabana de Árbitros, ASA. Segundo levantamento feito pela entidade, nesta semana, neste ano de 2017, a ASA esteve presente em 1395 jogos em Sorocaba, Votorantim, e região.
Foram 5268 escalas individuais. A título de explicação, uma partida normal, a ASA envia uma equipe de oficiais de arbitragem com quatro pessoas: um árbitro, dois assistentes e um anotador. Ou quatro escalas individuais.
Foram 5268 escalas individuais. A título de explicação, uma partida normal, a ASA envia uma equipe de oficiais de arbitragem com quatro pessoas: um árbitro, dois assistentes e um anotador. Ou quatro escalas individuais.
Sorocaba
Nos campeonatos realizados em Sorocaba, a ASA marcou presença em mais de 160 jogos da Taça Baltazar Fernandes (terceira divisão), 92 na Taça Palácio dos Tropeiros (segundona), e 72 jogos na Taça Cidade de Sorocaba (primeira divisão). Além de mais de 90 jogos no Veterano da 1ª Divisão e 102 jogos no Veterano da 2ª Divisão. Em toda Sorocaba foram mais de 500 jogos nos torneios do Secretaria Municipal de Esportes, Semes.
Votorantim e Salto de Pirapora
Na cidade de Votorantim, a ASA marca presença 2017 nos varzeanos da primeira, segunda e terceira divisões, nos certames master, quarentão, veterano, no campeonato juvenil, e no sub-15, Além da tradicional Copa Brasil Infantil (sub-15). São quase 330 partidas em Votorantim.
Em Salto de Pirapora, em 2017 a ASA esteve presente em 80 partidas até esse momento.
FOTOS DE SETEMBRO E OUTUBRO DOS OFICIAIS DA ASA
Classistas e das Ligas
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| ASA: quase 1400 jogos em 2017 |
Crianças e jovens
A ASA marca presença também nos campeonatos para crianças e Sorocaba e região. Foram 31 partidas na Copa Brasil Infantil, em Votorantim no inicio do ano. E na Copa das Escolinhas/ Copa Kids, com quase 270 partidas até esse momento. Com isso, nestes dois torneios, a ASA esteve em mais de 300 jogos.
Dever cumprido
O diretor da Associação Sorocabana de Árbitros, Eliseu Sentelhas, destacou o bom trabalho da ASA. "Quando iniciamos todo ano, temos em vista de fazer uma temporada tranquila, com bons serviços prestados por parte de nosso competente e dedicado quadro de oficiais,que abdica de familia, e de muita coisa, principalmente em finais de semana para apitarem, bandeirarem ou atuarem como anotadores nos diversos campeonatos que somos chamados a atuar. E quando chegamos a essa época do ano, faltando menos de dois meses, vimos com satisfação que nosso dever foi cumprido e muito bem por nossa pequena, mas valorosa equipe", destacou Eliseu.
Experientes e a nova geração
Experientes e a nova geração
Sentelhas ainda enfatizou que todo inicio de ano a ASA vem realizando cursos para a formação e aperfeiçoamento de oficiais para o quadro da enntidade. "E ficamos ainda mais felizes porque temos na família da ASA hoje uma mescla de oficiais muito experientes, com uma garotada que vem com muito talento demonstrando seu trabalho na temporada. Pois, não é facil arbitrar torneios amadores na região, assim como outros torneios, mas a ASA está feliz em estar cumprindo bem essa missão há décadas", finalizou Sentelhas.
















































